Lentamente, porém constante, te sinto descolar das paredes da memória, aos poucos esvaindo de significado cada gesto que antes me maravilhara. Cada passo que antes eu reconhecia sem olhar, agora, não tem som, é o caminho permanece percorrido. Nada tem mais espaço no tempo em que carrego a tua ausência e qualquer tentativa de ressignificá-lo é em vão .