No fim é apenas a sensação de perda de algo que nem se quer... o choro sem emoção apenas pela coisa em si ter um ar de acabado... o falso desespero pra sentir algo a mais... evito, desconsidero, sigo escondida fingindo que me veem. .. me vem a cabeça um leve ar resoluto e pronto...durmo
"...essa matéria desconhecida e feliz e inconsciente que era finalmente: eu! eu, o que quer que seja."
terça-feira, abril 30, 2013
quinta-feira, abril 18, 2013
domingo, abril 14, 2013
outch
Não sei o que senti, talvez outros textos meus se comparem melhor ao que sinto toda vez que isso acontece, e isso sempre acontece, a minha vontade é contar como tudo isso me muda por dentro, toda a necessidade de ser alguma coisa a mais, sempre me fez sentir que preciso de algo a mais no quem eu sou, no quem pareço ser, e não preciso ouvir muito, por que os momentos de silencio dizem mais do que os momentos de constrangimento e palavras erradas, movimentos errados, olhares pro chão e chutes em pedrinhas imaginarias sem saber o que passa pela cabeça, sem saber o que falar, e nisso tudo, acabo por ser perfeitamente educada e lisonjeira, hah, e fico triste a noite inteira, pensando o que não foi suficiente, por que não é e por que eu quero que seja, agora, mas, como eu fico triste com frequencia e todos os minimos detalhes me importam mais do que o total, vou acabar deixando pra lá, como sempre, por você.
quarta-feira, abril 10, 2013
Sobre encontros inesperados.
O que dizer das horas em que não dá mais pra falar nada... Um monte de verdades jogadas na cara e alfinetes maldosos fincados nos espaços entre os dedos... traz sua pior personalidade à tona, não é mesmo queridinha?! É mesmo.
terça-feira, abril 09, 2013
O.O
Não sei, não sei me diz você,
é que dormir virou mais um luxo
do que uma necessidade,
que acontece toda noite
só no clareando do dia,
as luzes entrando pelas frestas
das cortinas mal fechadas
por quem não sabe o que é
domir só no claro,
cinco, seis, sete da manhã,
e o despertador toca,
eu tampo os ouvidos
e continuo sonhando
que tá de noite.
é que dormir virou mais um luxo
do que uma necessidade,
que acontece toda noite
só no clareando do dia,
as luzes entrando pelas frestas
das cortinas mal fechadas
por quem não sabe o que é
domir só no claro,
cinco, seis, sete da manhã,
e o despertador toca,
eu tampo os ouvidos
e continuo sonhando
que tá de noite.
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