quinta-feira, julho 26, 2012




Já é tarde demais e o tom amarelo do meio dia invadia minha sala, deixei todas as portas e cortinas abertas pra luz entrar, assim eu não precisava acender nenhuma lâmpada, do chuveiro não ouço quase nada no resto da pequena casa, mas, numa fração de segundo me transportei e quando percebi estava ouvindo a música que cantaram naquela manhã, e tive quase certeza que.... era verdade... mas, a brisa estava um pouco diferente, mais intensa talvez, e estava menos frio do que sempre esteve, e meu violão não era afinado a meses....enfim, estive com essa melodia o dia todo na cabeça, fiquei cantarolando pelos cantos, pareceu muito bonito pra quem ouviu... mas, é uma música muito, muito triste.

sexta-feira, julho 06, 2012

Muitas as noites que me revirei pensando na obrigação,

essa cobrança pra que eu fosse mais do que. 

Precisei jogar migalhas no chão, 

ensinar meu caminho aos poucos.

Por que foi a única coisa que conseguiram,

ver as migalhas que sobraram.

E a culpa aumentando,

por não trazer comigo.

... mas, sabe ...

Era eu quem estava seguindo,

deixando tudo de mim pelo caminho.

E essa minha presença incessante,

só perceberam quando se esvaiu.

A culpa continua sendo minha,

assim consigo ver a tal luz no fim do túnel

Pelo menos ... ou mais.

quinta-feira, julho 05, 2012

Finco as garras pra não deixar,
rasga a pele violentamente,
sangra a carne fresca,
sofrido não?

segunda-feira, julho 02, 2012

Tenho um problema grave de falta de pontuação na fala, provavelmente se estende para outros aspectos, que seja, acaba confundindo todos que ouvem enquanto faz os pontos finais soarem como reticências causando expressões de expectativa... sempre me obriga anunciar o fim da sentença ¬¬