"...essa matéria desconhecida e feliz e inconsciente que era finalmente: eu! eu, o que quer que seja."
terça-feira, junho 05, 2012
quinta-feira, maio 31, 2012
Dessas coisas que nunca (ou sempre)
vão se auto-sobrepor ... ah!
quarta-feira, maio 02, 2012
sexta-feira, abril 06, 2012
convenhamos
quinta-feira, fevereiro 02, 2012
quinta-feira, janeiro 26, 2012
quarta-feira, janeiro 25, 2012
terça-feira, janeiro 24, 2012
as mãos começaram a pesar,
cresciam gigantes,
gordinhas e quentes,
os dedos não dobravam,
mover algum musculo,
parecia impossivel,
as palpebras forçaram dormir,
escurecia e embaçava,
1, 2 e 3 inchando sem parar,
turbulências subiam o estomago,
de subto despertava assustada
não conseguia dormir a noite
mas, pelomenos estava toda doce.
segunda-feira, janeiro 23, 2012
8H
quarta-feira, janeiro 18, 2012
há anos
segunda-feira, janeiro 09, 2012
segunda-feira, janeiro 02, 2012
ler muito me deixa assim
tentamos umas duas vezes,
a escolhida foi a segunda alternativa,
(na verdade apenas por imprevisto que não foi a primeira)
enfim, chegamos em algum lugar bem agradável,
antes do algum outro lugar,
por que não parar?
andar alguns passos na terra
e sentar num muro de pedra qualquer,
rolha, cigarros e luz da lua,
que lua,
que aparecia de vez em quando
em nuvens cinzas e raios no céu,
só ao longe agora,
e nossos pés pendiam do muro alto
pra um pasto recem molhado,
o nublado deu a impressão que
você me dançava para o fim do amor,
indo ao longe em algum lugar escuro,
umido, cheio de sombras e branco difuso,
o fim do que é, simplemente,
e meu coração encheu de esperança
ao simplemente ver que existe o nada,
depois do fim,
o nada,
que simples deixa de ser algo
e passa a ser conjunto de uma coisa bem maior
perde a existencia pontual
fixa o próprio entendimento
em algo que não precisa se perder
ou entender e perceber alguma coisa que possa ser
e de branco sentava numa cadeira branca,
debaixo de um céu branco e uma tenda branca,
olhava de lá como um faraó olha de dentro
de suas vestes brancas pra um deserto seco,
sem perceber que o verde do ar a circulava inteira,
inteira pendendo levemente pro lado verde,
em todos os lados para qual olhava,
minto, minto,
atras de si estava azul,
como uma miragem bordeada de areia bege e marrom,
por que nas miragens, convenhamos,
tem que ter marrom,
(mesmo se for só aquelas fontes que jorram agua pela boca de um menino pequeno)
pelo menos tinha que ser marrom
parece mais molhado e dificil de atravessar.
quinta-feira, dezembro 15, 2011
quarta-feira, dezembro 14, 2011
pulando todos verdes pros tantos lados,
cima, baixo, lado, outro e outro e outro,
a gravidade deixou de existir,
senti meus pés desencostando do chão,
os grilos encostando em mim,
grudavam secos, mil patinhas secas,
me coçavam nas juntas e eu coçava,
até sangrar muito pros tantos lados,
e pulando os grilos ficavam todos vermelhos.
Paciência
-Perseverança, constância.
-Nome de certo jogo de cartas.
terça-feira, dezembro 13, 2011
fona
quarta-feira, dezembro 07, 2011
Longo
segunda-feira, dezembro 05, 2011
terça-feira, novembro 29, 2011
Oh dear!
Não.
pelo nome,
Chamei-o pelo olhar,
suave e melancólico,
te evocar.
segunda-feira, novembro 28, 2011
PSFT
quarta-feira, novembro 23, 2011
diretamente
e me assombrei,
cruzei olhares por vezes,
continuava estático,
brilhando ao fundo,
bem ao fundo,
e na frente,
por que,
nisso se tinha
frente e verso
e fundo,
foi ai que me assombrei
e cruzei olhares
com o céu,
pra ter certeza,
refletia de um lugar?
tinha que ter
algum lugar,
mas, não, não tinha,
deixava a névoa,
simplesmente,
ir tomando conta,
transformando
tudo em ...
meu benzinho
quarta-feira, novembro 16, 2011
3
segunda-feira, novembro 14, 2011
domingo, novembro 13, 2011
releitura
Liiiin,
com uma estranha qualquer
quarta-feira, novembro 09, 2011
domingo, outubro 30, 2011
quarta-feira, outubro 26, 2011
Confissão
e ... que seja,
nada,
e eu secando ali,
terça-feira, outubro 25, 2011
terça-feira, outubro 11, 2011
segunda-feira, outubro 10, 2011
4
latentes e ....
agora que percebi
sinto.
Então na dúvida me corroí levemente, mas, sei muito bem que, se realmente aguardasse por algo e isso acontecesse, não saberia o que fazer, como não soube até agora, é muito estranho a reciprocidade me assustar um tanto assim, como se na fuga desesperada do consentimento eu o espera-se mais do que nunca, isso que não chamo pelo nome de Meu por que é Seu.
quarta-feira, outubro 05, 2011
segunda-feira, outubro 03, 2011
sexta-feira, setembro 30, 2011
seguindo com os olhos
do ar de melancolia,
da falta de coragem,
do guardado por imperfeição,
ou puro perfeccionismo,
me parece tão bonito,
tão real e palpável,
suspirável e engolível,
esse cinza que me preenche,
me esvazia logo em seguida,
e eu duvido...
respiro e reparo,
suspiro e amparo,
retiro e faro,
não é uma porta
em que se entra ou sai,
é apenas estar,
e eu estou
na delícia de doer,
quando olho você indo,
e você não me vê.
segunda-feira, setembro 26, 2011
dor nas costas
rearranjando os móveis
de um jeito que nunca esteve,
pra ver se paro de lembrar
de como eram antes,
mas agora, infelizmente,
não paro de pensar
na janela quebrada.
sexta-feira, setembro 23, 2011
terça-feira, setembro 20, 2011
PASMO
é de certo um carregado que não deixa claro,
não existe e mesmo assim me basta,
de desconcerto.
segunda-feira, setembro 19, 2011
domingo, setembro 18, 2011
extended version
não sorriram em retorno hoje,
nenhum reflexo que possa,
ser digno de ser entitulado como,
continuei andando pelo menos,
minuciosamente calculando passos,
a rouquidão da voz...
a pressão no peito...
o tintilar leve entre os suspiros,
traguei um choro forçado,
como uma nevoa densa,
na cor dos teus olhos,
a música ininterrupta ao infinito,
até a exaustão revelar,
indiscretamente,
uma encruzilhada deixada para trás,
onde perdi de vista,
o zelo e brio.
ombros
quinta-feira, setembro 08, 2011
1999
Engraçado esse meu jeito falso-super-verdadeiro de tratar as conversas. Parece que sempre quero algo a mais ... ou a menos. Dá pra perceber quando acham que falaram demais, e, pode ser prepotência da minha parte mais uma vez, mas, depois eles vão embora por achar que é muito real pra engolir, tipo uma ostra semi-viva ainda se mexendo no limão...enfim, o negócio é que as coisas sempre se vão. Talvez, e se talvez....Oh, o que será de mim apenas comigo mesmo?!
quarta-feira, agosto 24, 2011
Para oferecer algum tipo de esconderijo, ou algo que se transformasse em uma suavidade a mais, se projetava numa repulsa aparente, mais por não querer ser um ponto de fuga do que a existência de um asco qualquer.
Então as palavras se desconectaram e nada mais sobrou para falar, na tentativa de parecer coerente percebeu pela primeira vez que nada ali a completaria por mais que ousasse.
A atenção se perdeu e ela se prendeu em alguns Us das frases, sem perceber deixou ir o enquanto sem nenhuma reação momentânea, e, descobriria depois, que não haveria nenhuma reação nunca mais.
segunda-feira, junho 13, 2011
southern sky
Era uma manhã fria com um céu azul limpo e esbranquiçado, daqueles que você sabe que na sombra fará frio. Todas as pessoas na rua carregavam os seu casacos e usavam óculos escuros, não tinha sol propriamente dito, mas, a claridade realmente incomodava e a essa altura já me arrependia de ter deixado os óculos no criado mudo ao lado da cama.
quarta-feira, novembro 03, 2010

Não é bem isso, mas, pode ser alguma coisa chamada de prisão, como se aprisionasse em mim o dever de aprisionar o outro, na imensidão do estar... imensidão não... é mais como saturação,
Isso...saturação, acumulada por dias a fio sem que eu perceba, juntando horas, gestos, palavras, sacrifícios, olhares respondidos com um mau humor repentino seguido de um silencio mortal.
E não se sabe da onde está saindo e muito menos pra onde vai, fico então, extasiada na duvida de não saber o que fazer ou se fazer, tentando convencer a falar ou gritar, ou murmurar, bater, sorrir, chutar chorar, fugir... tanto faz... me fala qualquer coisa PELAMORDEDEUS.
Mas não, fica o maldito silencio, que faz me remoer por dentro, me faz imaginar tudo que pode ser imaginado pelo outro, e na minha imaginação, me encontro sozinha, e livre, sem ter que desvendar nada de ninguém, apenas me deparando com a sinceridade que sempre busquei em alguém.
uma pura transparência....um reflexo do meu próprio motivo para ser.
sem essa merda de bons costumes pra cima de mim.
...olha só que ridículo!
sábado, setembro 18, 2010
é assim que eu acordo.
terça-feira, maio 18, 2010
sexta-feira, dezembro 18, 2009
ulalá
pra matar as saudades com antecedência,
na intensidade que precede a separação,
em todos os casos amo só quando é assim,
aperfeiçoa-me na ideia do felizes para sempre,
no sentimento inacabado esperando reencontro,
me encontro, te encontro nessa histeria,
nessa histérica tentativa de reconhecer,
por dentro o que grita pra sair,
e num disfarce pra não perceberem,
quero que me puxe pra dentro, meu bem,
antes que perceba que era só.
quarta-feira, dezembro 09, 2009
querido diário ?
Por muito tempo não ficava assim, triste ... só brava, descontrolada, explodindo ódio e loucura pelos poros,
isso é algo que não controlo muito.
Mas é, a partir do momentos que vejo que coisas importantes para mim não são as mesmas coisas que importam para os outros,
acabo sentindo que perdeu o sentido.
Não que pessoas sejam recicláveis, elas sempre tem o seu lugar guardado, todo mundo sabe disso, mas é só que ... a impressão de que
passou o momento, e isso passa mesmo por que é algo volúvel.
Na mutação dá pra ver que simplesmente passou, os detalhes lindos se tornam irrelevantes.
Opiniões antes principais acabam caindo num canto muito além do secundário, só pra continuar vivendo sem questionar.
Então perco a vontade de correr atrás, perco a vontade de ligar, de brigar, de chorar, perco a vontade de saber,
fica esse marasmo estático inútil.
E nele consigo ver de fora todo o esforço alheio enfraquecendo, se o momento voltar, quem sabe, poderemos rir de tudo isso,
como se fosse uma história bem bonita desgastada pelo tempo.
Dá pra enquadrar, mas não dá pra viver.
domingo, setembro 20, 2009
sexta-feira, setembro 18, 2009
e falta o silêncio, aquele confortável.
Foda é se acostumar com o contrário
e não saber mais o que pensar sobre.
Não que realmente mude
alguma coisa física, sei lá,
mas é que muda a sensação.
De: não ter problema enquadrar
para: um problema à sobrepor.
E onde fica o tudo nessa história?
Sem nenhuma solução plausível,
além de conversas sem sentido,
por horas ... que chato!!!
Fora do momento nada existe,
já dizia a minha mente há tempos.
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
Normalmente não é o que acontece, e quero achar que é o contrário, que tudo isso é manipular os pensamentos para tomar proveito... de mim? Que audácia a minha, ou será que não?! Me sinto mais sincera, falo como se todos entendessem.
E os nós dos dedos apertando, os braços, o rosto, um rosto que eu não conheço, dois, três, quatro deles, não conheço mais nada, mas, me parece tão familiar...
domingo, janeiro 11, 2009
sábado, dezembro 06, 2008
Então retornou, encarou a situação e as mãos ficaram tão presas que jurou que nunca se soltariam. Mesmo assim, precisava de sorrisos, era o lugar e a hora para isso, então os deu, e deu também o prazer da companhia, deu a leveza de estar somente ao lado num momento marcante, firmemente estacada como mais uma parte de sua vida.
Por alguns segundos, torceu para que não acontecesse, torceu para que não tivesse de deixá-lo ir, mas, como se não tivesse tempo suficiente para lidar com a ideia, abraçou-o ao pé do ouvido, repetiu todo o acostumado diariamente, e ao tentar romper a superfície o tempo acabou.
E percebeu, ao virar-se então, que a imagem embaçara, que talvez não conseguisse segurar. O fato de não ter que falar mais nada ajudou outros sorrisos estampados com marcas de tristeza ao fundo. Ao procurar, cruzou olhares duas ou três vezes com um pesar que nunca vira antes.
E era só a primeira noite.
quinta-feira, novembro 06, 2008
Deu-se conta então, que se dedo apertava automaticamente um botão, uma rotina em outro lugar, água, era o sétimo copo talvez, e mesmo assim sentia as cinzas colando na garganta, era o vício, mais água e não adiantava.
O tempo combinado, com cinco minutos de atraso, ele esperava na porta, ele esperava? Conseguira materializa-lo assim, ali parado, esperando com mais um daqueles cigarros, olhava para os lados e os cinco minutos de atraso, cinco, sete, dez, quanto mais agora.
Mesmo assim, mesmo sabendo, continuara se afundando na poltrona usada, curiosamente branca demais com todos os deus minutos de atraso, cinco no mínimo para cada cigarro, HAH, cigarro.
É, o atraso que continuara a carregar, juntamente um lápis, a ponta gasta, a escrita quase ilegível no maço de papéis dobrados, e, inconsciente ou não, escrevendo o presente, o dele, o meu, e, quem diria, o seu também.
quarta-feira, outubro 29, 2008
Vai
Chegou a hora... Sinto que chegou... Meus pés agitados me mostram que não aguentei... Preciso ir... preciso ser... Fazer algo... Pensar uma vez só e decidir... Abraçar a dor no peito e seguir com ela por aí até achar um lugar lindo em que eu possa solta-la sem querer.
sábado, outubro 18, 2008
sem dormir, sem focar,
sem fechar de tão inchados,
a contração forte no peito,
sem deixar contar,
o porque e por que,
prestar atenção piora,
não prestar arrepende,
e molha os ombros,
sem o menor esforço,
e segurando a respiração,
qualquer coisa faz isso
agora qualquer coisa faz,
dá até sono com enjoôs.
quinta-feira, setembro 18, 2008
Não é respeito.
e um pouquinho de confiabilidade, mas,
falta lembrar-lhe de que está lidando com algo bem mais esperto do que pensa,
um cavalheirismo tão sobrenatural que a maior parte de mim faz uma reverência,
sei exatamente quais são os atos que circundam uma realidade nova,
o momento que todos postergam e sofrem enquanto decidem se é a hora certa,
por que depois da ideia já instalada a única decisão é o momento mesmo,
uma hora ou outra acontece, com puxões de cabelo ou não,
então por que decidir esperar se podemos passar sobre a parte dolorosa,
deixemo-la então ali, enquanto espera para dar um alegre bom dia,
totalmente ensaiado entre os horários da agenda cada vez mais ocupada,
vou tirando aos poucos as neuróticas tentativas de explicação da cabeça
e me deparo com um mundo tão cinzento que dá vontade de correr,
onde os cigarros ficarão com um gosto menos convidativo,
onde os outros gostos não fazem mais diferença nos olhos fechados,
minhas duas caras não tem habilidade suficiente
para pensar por dois lados diferentes ao mesmo tempo.
segunda-feira, agosto 11, 2008
quarta-feira, junho 18, 2008
e estamos de volta a vida,
preparados para sair por aí apenas
dentro dessa cúpula protetora,
placas, grama, sol, nuvem,
e tudo passa tão rápido,
que só sabemos o que é
por que estamos acostumados,
90, 120, 150, e você corre mais,
não olhamos mais pra velocidade,
depois disso não dá pra tirar os olhos
das imagems que a rapidez forma,
de repente eu sinto,
ele olhando pra mim,
e ele estava lá antes,
ele ainda esta lá,
do outro lado do vidro,
bem na minha frente,
gritando e esmurrando,
me chamando pra sair,
eu pulo e saio de você . . . sinto muito.
domingo, maio 11, 2008
com todas as paredes estourando e olhos semi-cerrados pra tentar focar,
vindo a tona tão rápido que os pulmões e os tímpanos explodem.
Sai um som agudo de vez em quando e sobra um baque surdo,
que atordoando por horas aumenta o ódio por situações normais,
e os olhos desviando concientemente deixam a idéia acesa.
E continue sem se dar conta, não pense duas vezes, está tudo bem,
por alguns segundos anteriores de alta cumplicidade incomum,
de repente emudece, sobressaltando a parte que nunca existiu.
Pensamentos inorportunos, nuvens cinzas e um medo de não resistir,
por que realmente era legal, mas tão legal mesmo, que tintilava frenteticamente,
na errônea alternativa de não saber como fazer decorrer sem preocupações.
Fique mais um pouco e vamos conversar de coisas por horas escuras,
embaralhe e fique mais ainda, vendo se tudo isso realmente quer acordar,
de qualquer maneira, depois de pensar tanto sobre, não temos tanta escolha.
Tem algo a perder?
terça-feira, março 11, 2008
domingo, novembro 11, 2007
^^WTF?
segunda-feira, outubro 29, 2007
Complicada, prazer!
Antes?
Pensando bem, esse é jeito que eu volto a ser quando não tenho mais chão...quando o conto de fadas cor de rosa é destruído pela bruxa má (ao pé da letra em todas as vezes)
E pq sempre tem um bruxa má?
...
Mas não, não é hora de devaneios e ressentimentos rancorosos,
O fato é: aconteceu de novo, na verdade eu deixei acontecer ... pois cá entre nós, essa merda de destino nem existe e a gente deixa tudo pronto pra acontecer, uma simples manipulação dos fatos muito bem formulada que engana até o próprio inventor dessa mentira toda.... bla bla bla, voltamos ao meu caso.
O que se pode dizer no geral é que eu minto muito bem, obrigada, porque até eu acredito nessas escapadas e omissões e tenho historias paralelas que se cruzariam facilmente se eu nunca tivesse aprendido a jogar xadrez.
E sabe quando é preciso sacrificar o cavalo para salvar o bispo? (veja bem não é o rei) mas...
Não é possível que ninguém saiba como é ter surtos de sorrisinhos cretinos durante o dia inteiro .... e só uma merda de um barulhinho seguido da imagem de uma cartinha tosca, faz um músculo, que vc nem sabia que tinha, pular involuntariamente.
Tenha dó... pra uma coisa que você nem conhece ..... se bem que isso não é desculpa, na verdade ninguém conhece porra nenhuma.
segunda-feira, outubro 22, 2007
terça-feira, setembro 18, 2007
terça-feira, setembro 11, 2007
nas horas vagas de uma noite longa"
Tulio Tulio Tulio

devaneios
Um dia você para e pergunta as horas pra alguém,
e essa pessoa te informa o caminho da padaria mais próxima,
achando muito estranho você resolve seguir,
e no final das contas lá nem tem relógio,
e as pessoas são viciadas em pão,
fazem filas enormes com senhas de atendimento,
aí você se pergunta por que queria saber as horas,
será que vc queria comprar pão?
será que eles dão relógios de brinde pro milésimo cliente?
não seria muito dificil pegar a senha com o número 1000,
mas, enfim você sai da padaria,
caminhando calmamente,
quando descobre que ontem choveu e todas as ruas estão molhadas,
e você está a apenas de meias,
e agora?
...
sexta-feira, abril 06, 2007
dramáááááática
Quando a vida está indo conforme o planejado,
e nada nada nada estraga tudo isso...
e passarinhos canta, coisas felizes acontecem,
sol sempre, nada atrasado,
risadas, amigos, família,
tudo certo entre as pessoas,
tudo muito bem, obrigada
Mas tem uns fios de cabelo no meu travesseiro,
e bem no fundo eu sei que preciso
de alguma coisa pra me fazer voltar,
a ter medo,
a ser insegura,
a ser depressiva,
a ser pessimista,
e chover com raios e trovões e escuridão.
Cansei de ser otimista e bem humorada,
mas não consigo parar,
não consigo ao menos chorar,
queria ao menos poder
não achar que tudo é bom e certo!
Não consigo ter raiva mais,
não consigo achar algo errado,
em ningueeeeeeeeeeeeeeeeem,
nem na pior pessoa,
nem um pouquinho.
Esse cérebro maldito,
que tem explicações para tudo
e transforma tudo em plausível.
Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah não aguento mais,
quero minha personalidade má de volta,
quero julgar as pessoas de novo,
quero condená-las pelos seus atos,
quero achar que alguém está errado,
quero parar de ver por todos os pontos de vista,
quero brigar, gritar, bufar,
quero me envolver e sofrer,
quero odiar,
...acho que preciso de ajuda.
domingo, outubro 29, 2006
Billy Marréu - 1.1
Come, come, dorme...
" Moço...aquele ali !!!"
Apontou decididamente pra mim.
"Não, não"
Uma mão me envolveu, apertava todas minhas tentativas de fuga eminente.
"Não, por favor, não!"
Escuro, terremoto, bem que me falaram do Apocalipse.
Tomara que eu vá pro céu, será que fui bom o suficiente pra ir pro céu?!
segunda-feira, outubro 16, 2006
nada demais
segunda-feira, setembro 18, 2006

e na tosse desesperada, caiu uma lágrima por detrás dos óculos escuros,
escondendo o olhar, mas, transbordando todo meu esquerdo lado triste.
A tosse não passava e as lágrimas rolavam e o mundo parou por um instante,
num inspirar profundamente eterno "quando vi estava 4 mil anos mais velha",
olhando em volta um vazio ecoante extremo, o mundo que continuava enquanto.
O rosto molhado e um reflexo estranhamente estampado em páginas velhas,
cortadas pelo tempo, amarelas, frágeis, cheias de pó, esperando mais uma vítima,
pra prender em frases reveladoras nas quais minha história já estava escrita.
Sim, poderia ter escrito por que é exatamente tão intenso e solitário quanto,
a descrição minuciosa de cada gesto leva ao encontro de um outro leitor,
esperando que todo esse frio na barriga passe para poder finalmente...
segunda-feira, setembro 11, 2006
intermináveis em suas horas restritas,
deliciosamente masoquistas,
confessando realidades idealizadas,
flagrando sonhos platônicos,
clamando secretamente por socorro,
que eles também tem medo
dentro dessas 5 paredes,
somente...
segunda-feira, julho 03, 2006
Sexta feira santa - 4:37
Eu já ouvi que canto enquanto lavo a louça, que devo me sentir feliz em realizar as coisas simples do dia a dia. Na minoria das vezes canto mesmo pela felicidade do fazer, em todas as outras estou apenas cantarolando qualquer coisa pra nao ficar falando sozinha enquanto.
sexta-feira, março 03, 2006
nothing else
aqui.



