E todo tédio se tranforma no mais irresistível possível,
sem aguentar mais fazer um monte gordo de nada,
implorando por nenhum estímulo revitalizante,
e os móveis sugando a força vital,
e o corpo afundando levemente,
manufaturando o sono,
viciante.
"...essa matéria desconhecida e feliz e inconsciente que era finalmente: eu! eu, o que quer que seja."


Eu já ouvi que canto enquanto lavo a louça, que devo me sentir feliz em realizar as coisas simples do dia a dia. Na minoria das vezes canto mesmo pela felicidade do fazer, em todas as outras estou apenas cantarolando qualquer coisa pra nao ficar falando sozinha enquanto.
aqui.